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Vida obra e temas de Gonçalves Dias Alencar e Castro Alves; diferentes momentos do romantismo; o protagonismo dos índios e a secundarização do negro; o implemento do mestiço
O Porquemeufanismo e o seu avesso: Afonso Celso Lima Barreto Euclides da Cunha Ribeiro Couto; a sátira aos costumes a pobreza e o Penumbrismo o Crepuscularismo. A volta de Oswald de Andrade da Europa e a detonação da batalha contra o Parnasianismo
Machado de Assis Cruz e Sousa Olavo Bilac Aluísio de Azevedo Rui Barbosa - superposição e convivência de tendências realistas parnasianas simbolistas
Recensão crítica de Literatura e Cidadania no Século XX
Pretende-se estudar, neste ensaio, um espaço literário particular, o espaço da manipulação, como espaço privilegiado das relações entre Literatura e poder. A leitura de vários autores portugueses, situados preferencialmente entre o século XIX e a contemporaneidade, sustentará a nossa reflexão.O enquadramento histórico da sua produção mas também e sobretudo da recepção da sua obra, evidencia os vários níveis que configuram a literatura como espaço da manipulação.
Estas Viagens Sentimentais pelo País da Literatura constituem uma recolha de ensaios de natureza e proveniência diversas – uns inéditos, outros publicados de forma dispersa em revistas e actas de congressos –, embora todos eles movidos pela mesma paixão pelo literário e, em muitos casos, pensados com uma finalidade didáctica. O itinerário aqui proposto inclui peregrinações pela Retórica e Teoria literária; pela Literatura Francesa, com o romance epistolar dos séculos XVII e XVIII, nomeadamente em obras de Boursault e Guilleragues, os jogos de sedução encenados nas narrativas de Claude Crébillon, as obras poéticas de Baudelaire e de Mallarmé, o conto fantástico de Maupassant; finalmente, pela Literatura Portuguesa dos séculos XIX e XX, com um conto de Eça de Queirós, o projecto poético de Sophia, e o romance Filipa Nesse Dia de Urbano T...
Escritora, professora, conferencista e feminista militante, Emília de Sousa Costa (1877–1959) é uma personalidade que devemos associar a outras portuguesas ilustres do seu tempo como Maria Amália Vaz de Carvalho (1847–1921), Ana de Castro Osório (1872–1935) e Virgínia de Castro e Almeida (1874–1945). Mas, ao contrário destas mulheres, cuja obra literária continua a ser lida e estudada, Emília de Sousa Costa é hoje conhecida quase exclusivamente devido às suas ideias acerca da mulher e da educação feminina. Prova deste esquecimento é o facto de, apesar de ter sido intensa a sua actividade literária, sobretudo enquanto autora de textos destinados ao público infantil e juvenil, não lhe ter sido dedicado qualquer verbete num dos dicionários de literatura portuguesa da Figueirinhas, da Presença e da Verbo, nem a mais breve observação nas hi...
A discutida (e discutível) afirmação de Susan Bassnett sobre a morte da Literatura Comparada (Bassnett, 1995) compreende, de facto, duas partes: a morte e o renascimento sob outras formas. Estas formas incluem, por exemplo, a completa reavaliação dos modelos culturais ocidentais e o ultrapassar das fronteiras disciplinares. As escolas comparatistas dos anos 90, nomeadamente as que se situam em termos geográficos e modelares fora da Europa e dos modelos europeus e americanos, debruçam-se sobre questões como a identidade cultural nacional, a sua relação com o cânone literário, as implicações sociais e políticas da influência cultural, ou as questões da periodização. É necessário reconhecer que existe um modelo pós-europeu de literatura comparada, que assenta num ponto de vista diverso, porque geográfica e culturalmente está “atad...
“A primeira preocupação no estudo de uma produção literária de emigração deverá ser definir os seus limites. À pergunta «O que é literatura de emigração?» poderia responder-se que em termos gerais seria factível considerar três níveis separados, independentemente da língua em que esta literatura é produzida. Em primeiro lugar estaria aquilo a que se poderia chamar literatura emigrante, aquela que traduz a marca directa ou indirecta de uma mutação vivencial Por literatura emigrada entender-se-ia a criada por autores transplantados mas não afectada – ou minimamente afectada – pela nova ambiência. E finalmente por literatura étnica é habitual compreender-se a escrita por descendentes de emigrantes, cônscios da sua especificidade cultural dentro do país de acolhimento. […]”
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