Teste Repositóri
2014-01-01
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A agressividade/violência apesar de estar presente em todos os indivíduos e sociedades, pode manifestar-se de diferentes formas. Se por um lado é considerada como algo inato ao Homem, por outro, é cada vez mais encarada como um fenómeno social com um enquadramento cultural, social e histórico. Os comportamentos violentos, num internamento psiquiátrico, não podem, e não devem ser, atribuídos somente a factores directamente ligados ao doente. Há um
conjunto de factores que podem favorecer um
clima de hostilidade dentro da unidade de internamento. Deve ser tido em conta o ambiente da enfermaria e o papel dos profissionais de saúde, em particular o papel dos enfermeiros.
Trata-se de um artigo que redige a comunicação oral efectuada no Simpósio do Serviço de Psiquiatria do Hospital Fernando Fonseca sob o lema “Psiquiatria de Urgência”. A partir da experiência da autora enquanto psiquiatra do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL) no Serviço de Urgência de Psiquiatria no Hospital Curry Cabral, tece-se a descrição da praxis e do seu contexto, apresentam-se
conceptualizações sobre a mesma, acompanhadas
de um modelo que a enquadra, e reflexões
críticas da própria.
As tentativas de suicídio e os comportamentos
suicidários representam um problema complexo,
com elevada prevalência na adolescência.
Estas situações de crise podem ser abordadas
em diversos contextos da actividade da Psiquiatria da Infância e da Adolescência, seja no serviço de urgência, na actividade de ligação, ou na consulta de ambulatório. A intervenção na crise suicidária requer o envolvimento tanto do jovem como da família e representa um momento determinante na avaliação clínica e na adesão ao processo terapêutico.
No presente artigo é realizada uma revisão sobre os comportamentos suicidários na infância e na adolescência, focando-se sobre a caracterização dos mesmos e das especificidades ligadas à fase de desenvolvimento, factores de risco e protecção e orientações na avaliação e
abordagem terapêutica da crise suicidária ...
A Santa Casa da Misericórdia de Mora tem actualmente um Programa de Apoio ao Idoso que
inclui uma lógica global em que as várias valências são dirigidas às necessidades específicas.
Este artigo apresentará um pouco dos seus 470
anos de história e da sua estratégia actual.
As alucinações musicais são um tipo de alucinações auditivas complexas. Trata-se de um fenómeno relativamente raro e etiologicamente heterogéneo. Como principais etiologias, têm sido apontadas a hipoacúsia, a patologia cerebral orgânica, a epilepsia, e as doenças psiquiátricas, incluindo a esquizofrenia.
A propósito de um caso clínico, os autores revêem e discutem a etiologia e a psicopatologia das alucinações musicais. Parece tratar-se de um fenómeno sub-diagnosticado, cuja pesquisa
activa poderá permitir uma compreensão
mais completa do quadro clínico apresentado
pelo doente.
Neste trabalho, propomo-nos analisar a
implementação do Hospital de Rilhafoles, o
primeiro hospital psiquiátrico do país, bem
como as condições que a ela levaram. Para o
efeito, será dissecada principalmente a obra
de António Sena, médico psiquiatra e primeiro
director do Hospital Conde Ferreira,
“Os Alienados em Portugal” (1883). Contudo,
serão acrescentados alguns aportes de
outras publicações que versam sobre aquele
período da psiquiatria portuguesa. Na secção
seguinte, serão apontados os desenvolvimentos
históricos que estiveram na base
da criação dos primeiros asilos psiquiátricos
da Europa. Seguidamente será percorrida a
visão de Bernardino António Gomes, médico,
director do Hospital da Marinha, acerca
de alguns desses estabelecimentos, que visitou para elaborar um relatório - “Dos Estabelecimentos de Alienados n...
Baseada na sua experiência a autora faz uma
reflexão sobre a prática psiquiátrica no Serviço de Urgência do Hospital Geral. Este é um trabalho que deve ser fortemente articulado com outras áreas de especialidade, em que partilha e discussão clínica do doente com situações de comorbilidade é fundamental para
a prestação de cuidados de qualidade.
São por fim nomeadas diversas situações clínicas frequentes no Hospital geral e sugeridas condutas de boa prática.
O trabalho de neurologistas e psiquiatras num
serviço de urgência hospitalar é habitualmente realizado em circunstâncias complexas que podem dificultar o processo diagnóstico, em particular quando coexistem co-morbilidades neurológicas e psiquiátricas. No que diz respeito
a estas duas especialidades, a abordagem
clínica é frequentemente complementar.
Neste artigo, serão abordadas inicialmente
as manifestações psiquiátricas das doenças
neurológicas e mais adiante as manifestações
funcionais que mimetizam patologia neurológica.
É este último grupo que constitui o maior
desafio para o neurologista de urgência.
A síndrome takotsubo é uma síndrome cardíaca
aguda de bom prognóstico que ocorre mais
frequentemente em mulheres pós-menopausa
e que, geralmente, é precedida por stress psicológico ou físico. Os autores recolheram dados demográficos e clínicos e avaliaram aspectos psiquiátricos e psicológicos numa amostra de sete doentes com este diagnóstico. Foram aplicados
o Questionário de Saúde do Doente e o Inventário Multifásico de Personalidade de Minnesota (Minnesota Multiphasic Personality
Inventory – MMPI). Verificou-se que duas das
participantes apresentavam uma perturbação
depressiva e quatro se encontravam medicadas
com psicofármacos. Os resultados da aplicação
do MMPI revelaram características de psicopatia e paranóia nas doentes avaliadas.
