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"[...]. O cargo de capitão-mor das viagens do Japão parece ter sido estabelecido, como sustenta Charles Boxer, em 1550. Na verdade, não se encontra, que saibamos, qualquer documento em arquivos nacionais ou estrangeiros que ponha em causa a informação contida nas «relações dos capitães-mores» existentes na Biblioteca da Ajuda, as quais fazem remontar a essa data o início oficial da carreira do Japão, se bem que não permitam a identificação do seu agraciado. [...]"
"É já um lugar comum dizer-se, até porque muitos historiadores o têm reafirmado numerosas vezes, que uma das maiores preocupações dos governos municipais medievos era o farto abastecimento das respectivas povoações, nomeadamente em produtos de primeira necessidade e entre estes, como prioritários, os géneros alimentícios. As cidades haviam crescido, algumas delas com grande exuberância, durante os últimos tempos medievais; essas populações, grandemente concentradas, além do natural consumo, pedido pelas suas muitas bocas, provocavam sempre um outro, mais ou menos desenvolvido e protagonizado pelas famílias de maiores recursos económicos, representado por uma grande exigência, tanto na quantidade dos produtos que essas famílias apeteciam consumir, como na qualidade que esperavam deles e, de certa maneira, os obrigavam a ter. A cidade, s...
"Ao findar o século XV, um viajante italiano em Portugal, muito crítico do País e de suas gentes, escrevia que os Portugueses «em geral nada sabem dos estrangeiros [...], falando apenas Flamengos, Castelhanos e Bretões. Segundo eles - continuava - quem é alto e de cabelos louros é flamengo, quem é moreno é castelhano e quem é mal vestido é bretão».[...]. Esta caricatura seria também válida para o século XV. Traduzia, em primeiro lugar, as principais regiões com as quais Portugal tinha contactos. E queria também dizer que os bretões que se viam nos portos portugueses eram sobretudo gente de baixa condição, marinheiros, pescadores e pequenos comerciantes."
Num dos primeiros dias do mês de Julho de 1861, às cinco horas da tarde, fundeava no ancoradouro de Ponta Delgada um navio de guerra da Armada francesa. De bordo desembarcaram dois membros da família imperial, o príncipe Napoleão e sua mulher, a princesa Clotilde. Na comitiva, um ajudante de ordens de Napoleão III, imperador dos franceses. Era presença inesperada, em viagem para os Estados Unidos da América, que teria ainda aportagem intermédia na Horta, para abastecimento de carvão. Entrados no cais da cidade, a Matriz de traça manuelina, construída no reinado de D. João III (c. de 1530 a 1545), foi visita primeira, quando nela se batizava um neófito aparentado com a família Canto. Deste episódio, os ilustres recém-chegados puderam beneficiar da comodidade de duas carruagens particulares. Outro tanto não diria a mãe do batizado q...
Dissertação de Mestrado em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental.
Desde meados do século XVIII, os Açores foram procurados por naturalistas estrangeiros que se dedicavam, principalmente, ao estudo da fauna, da flora e da geologia. Mais, esse interesse pelo arquipélago aumentou desde que, em 1859, Charles Darwin publicou a obra On the Origin of Species by Means of Natural Selection, tendo mesmo originado um número considerável de obras publicadas. Esse interesse relacionava-se com o facto destas ilhas, nascidas do mar, poderem suportar formas faunísticas e florísticas de transição entre as regiões Paleártica e Neártica. Não obstante o interesse da comunidade científica internacional pelas ilhas açorianas, apenas alguns poucos açorianos se manifestaram pelo estudo das ciências da natureza, pois só na segunda metade do século XIX, em Ponta Delgada, aconteceu ter convivido um pequeno grupo de naturali...
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