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O desenvolvimento da aritmética na sociedade portuguesa quinhentista representa um processo complexo, dependendo da interrelação entre a prática social e a teia formativa das estruturas sociais e mentais. Objectivamente a matemática constitui-se como utensilagem mental, adequada a descrever alguns factos físicos e particularmente ajustada a certo tipo de transformações. Tal descrição apresenta-se como um sistema aberto, capaz de permitir a aritmetização do real e, numa fase superior do processo, a sua matematização. Trata-se de um problema bem rastreado na historiografia portuguesa, encontrando-se ainda longe do entendimento global porque, de facto, conhece-se melhor o processo transformativo do que as suas origens. Assim sendo, este estudo pretende ocupar-se de tais origens, ou melhor dito, de uma delas: a componente italiana, ao mesm...
Quando, em 1529, o Rei de Armas de Francisco I se deslocou a Portugal para apresentar - em nome do seu soberano - queixas sobre uma tomada feita a bretões, no litoral brasileiro, explicitava, entre outros argumentos, que «as terras do Brasil (...) sam muyto grandes, as quaes os bretões descubriram per alguus lugares e os portugueses per outros lugares (...)». O discurso, como é óbvio, entroncava em problemas complexos, entre os quais se destacam as contraditórias posições centradas sobre o «mare clausum» e o «mare liberum» esgrimidas pelas duas Coroas. Com este e piores argumentos, alguma historiografia francesa reivindicou primazias exploratórias sem sentido. Não queremos, no entanto, entrar num campo refutado por vultos como André-Charles Julien, Mauro, Chaunu ou Michel Mollat. Preferimos iniciar o tema com o que efectivamente está p...
"Ao porto de Lisboa, no século XVI, chegavam dezenas de embarcações por dia. Umas vinham apenas mercanciar; outras, para além disso, traziam aventureiros, artífices e comerciantes que por lá ficavam, na esperança de enriquecerem. A grande maioria desta gente, contudo, agrupava-se em colónias, mais ou menos apartadas do quotidiano local. É que aí, pela similitude dos costumes e da língua, era-lhe mais fácil conviver e adaptar-se a um país estranho.. [...]"
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