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"[...]. Pretende-se, neste estudo, analisar, em linhas gerais, a génese e evolução do património rural e urbano da Colegiada de Santa Maria da Alcáçova de Santarém, até ao final da Idade Média. Não nos sendo possível, por limitações impostas pela natureza do trabalho, compulsar toda a documentação avulsa deste instituto religioso, optámos por privilegiar três fontes, que procuraram registar, de forma sistemática, esse património. São elas o Inventário dos Bens e o Obituário, redigidos em 1265 e 1268, ou pouco depois, e o Tombo da Colegiada, escrito em 1479. [...]"
Em princípios deste século, sob o impulso do populismo imperial, em parte resultante da exaltação nacionalista em torno da disputa das colónias, do emergente associativismo de classe e, sobretudo, da pressão social resultante do afluxo de migrantes ao arquipélago, alargou-se a discussão sobre a presença de europeus em S. Tomé e Príncipe, até então restrita a estudiosos e governantes. Com crescente incidência na imprensa, o seu objecto passaria a ser o inalterado estatuto social de origem e mesmo a miséria de parte dos imigrantes europeus nas ilhas. Com as soluções políticas autoritárias na Europa, com o golpe do 28 de Maio em Portugal e a subsequente camuflagem de todas as questões sociais sob os paradigmas da vocação colonizadora, para os críticos da presença europeia em terras africanas, os critérios económicos reprovavam tal “sac...
Ligado sempre ao poder, civil, eclesiástico, religioso em geral ou mágico, nas sociedades antigas, o direito de falar publicamente pertencia ao príncipe, ao déspota, ou ao chefe de Estado, ao sacerdote, ao depositário de um qualquer poder que assumia por delegação última de um deus qualquer, única fonte de palavra legítima. A característica mais marcante desta palavra, desde a sua origem até ao destinatário, era o sigilo que a envolvia, uma espécie de poder sacramental. Competia ao detentores deste poder o impedimento de todos os actos de contestação, a proibição da divulgação de notícias ou opiniões contra a verdade revelada ou a razão de estado, crimes considerados sempre entre os mais graves. É inegável que a imprensa nasceu neste ambiente, que aquele poder se soube servir dela, mas jamais se poderia desenvolver no mesmo. [...]
O trabalho que pretendo apresentar tem uma finalidade muito específica. Castilho tem sido muito glosado no aspecto pedagógico. O seu «Método», variamente denominado ao longo dos anos pelo próprio autor, foi motivo de algumas controvérsias, e ainda hoje resiste, na pedagogia portuguesa, como relíquia histórica. Pretende-se, através de um estudo que se procurou não muito extenso, levar os possíveis leitores ao conhecimento das traves mestras do pensamento de Castilho acerca do ler e escrever, e comparar algumas dessas ideias com o que ele próprio diz ser o seu modelo, Lemare. As conclusões falam por si próprias. [...]
Pesquisa documental votada à elaboração de um trabalho sobre eventuais implicações das Invasões Francesas no arquipélago açoriano, proporcionou-nos o conhecimento de um conjunto de mapas e relatórios nos quais se apresenta informação sobre os alunos frequentando o ensino na comarca da Horta no ano de 1824. Sendo certo que a bibliografia relativa à história do ensino em Portugal não será escassa, o mesmo parece não suceder com os Açores, sobretudo no que toca à realidade concreta das escolas das nossas ilhas e à forma como se processava e era avaliado o ensino nelas ministrado. Cremos que é neste aspecto que os referidos mapas, bem como a correspondência que os remete ao Governador, poderá revelar-se de interesse, já que, do ponto de vista normativo, nada nos permite concluir sobre a existência de particularismos em relação ao quadr...
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