Tipo

Base de dados

Autor

Data

Miniatura

Resultados de pesquisa

Foram encontrados 4.404 registos.

"Ao examinar alguns documentos relacionados com a Inquisição na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra encontrámos uma série de documentos manuscritos, quase todos originais, anexos ao regimento da Inquisição impresso em 1640. Alguns deles serão conhecidos por se referirem a factos que se passaram nas últimas décadas do século XVII. Contudo, parece útil publicá-los em conjunto, tal como os inquisidores de Coimbra os coleccionaram, e fazer uma análise dos problemas em questão. A Inquisição em Portugal teve quatro Regimentos. O primeiro foi elaborado em 1552 e nunca se imprimiu durante o período da sua vigência. […]. O segundo foi impresso em 1613 por ordem do Inquisidor-Geral D. Pedro de Castilho, que foi bispo de Angra e de Leiria, […]; o terceiro em 1640 por ordem do Inquisidor-Geral D. Francisco de Castro. […]. O quarto apareceu...
"[...]. Uma tentativa de balanço da situação do império colonial português no início de seiscentos, do que representava para o conjunto do império português, é o que nos propomos aqui tratar. Por razões metodológicas circunscrevemos o nosso estudo ao ano de 1607, com alguma eventual oscilação pontual a anos imediatamente anteriores ou posteriores. […]"
"Duarte Gomes Solis nasceu em Lisboa em 1561 ou 1562 numa família de mercadores cristãos-novos e passou parte da infância em Medina del Campo: «lhe devo o pão com que me sustento». […]. Em 1 de Abril de 1585 Duarte Gomes Solis embarcou para a Índia na nau Santiago. Esta viria a perder-se no Índico, nos Baixos da Judia, em noite escura de Agosto. […]. Chegou à Índia em fins de Março de 1586, depois de se arrastar, despido pelos negros, cinco meses pelo mato moçambicano. Na Índia exerceu o cargo de feitor do contrato da pimenta e de correspondente dos grandes mercadores de Lisboa, nacionais e estrangeiros, entre estes Revelasco, Fugger e Welser. […]"
"Do campo epistemológico dos anos trinta deste século fazia parte o regionalismo. Geógrafos e historiadores não deixaram, por isso, de se debruçar sobre o regional e o local, datando de então os primeiros estudos estatísticos modernos sobre as migrações internas e a compreensão global do fenómeno. […]. Se a análise, por esse motivo, não é fácil, a síntese, a nível regional e nacional ao longo de quatro séculos, poderá ter apenas um sentido indiciário antes dos recenseamentos gerais da população. […] Limitar-me-ei, por isso, a percorrer posições que valerão apenas como pontos de observação possível. Começarei por revisitar o sentido da sedentariedade, antes de percorrer os grandes caminhos da movimentação da população em Portugal. […]"
"Em finais de Setecentos, os contactos entre Portugal e a Índia ultrapassaram em muito os aspectos meramente económicos, traduzindo-se, também, num relacionamento familiar que importa não olvidar. É que, para além da correspondência oficial e privada, dos livros e mercadorias trocadas, existia em Lisboa uma colónia de goeses formada por pessoas com um certo grau de cultura e responsabilidades cívicas. Esta circunstância poderá ter contribuído para reforçar a adesão dos goeses aos padrões das luzes. Perscrutar o perfil de alguns destes homens e reflectir sobre as suas ideias fundamentais, a fim de se ajuizar sobre a sua responsabilidade na preparação ideológica da Conspiração dos Pintos – é o que se pretende com estas notas. [...]"
En el mundo caribeño el consumo de vino era bien escaso. Los productores canarios se vieron obligados a desarrollar la elaboración de aguardiente de uva, la parra, para dar salida a sus caldos ante la reducida demanda de vinos. La emancipación de Portugal en 1640 dejó a las Canarias sin un tráfico esencial para sus vinos vidueños blancos. El mercado lusitano de África y América era hasta entonces su más importante consumidor. Agravaba la situación la prohibición de exportar tales caldos al mercado colonial británico por las Actas de Navegación, que favorecían a las producciones de las islas portuguesas del Atlántico, y las serias restricciones del metropolitano por las crisis bélicas entre España y el Reino Unido, y muy especialmente por las graves trabas aduaneras a las exportaciones de malvasía. Ante tal situación las elites canaria...
Biblioteca centralPalácio Ceia
Rua da Escola Politécnica, nº 141 - 147
1269-001 Lisboa, Portugal

Telefones: (+351) 300 002 922
(+351) 300 002 925 | (+351) 300 002 930
(+351) 300 002 931 | (+351) 300 002 932
Correio eletrónico: cdoc@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 18h
Delegação de CoimbraRua Alexandre Herculano, nº 52
3000-019 Coimbra, Portugal

Telefone: (+351) 300 001 590
Correio eletrónico: cdocoimbra@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 12h30 e das 14h às 18h
Delegação do PortoRua de Amial, nº 752
4200-055 Porto, Portugal

Telefone: (+351) 300 001 700
Correio eletrónico: cdocporto@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 17h30