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2014-01-01
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Nos anos que se seguiram à II Guerra Mundial foram-se construindo, um pouco por toda a Europa industrializada, os chamados ‘Estados-Providência’, sendo as políticas sociais nos domínios da segurança social, da saúde e da educação as faces mais visíveis.
Não sendo nova a intervenção do Estado na resolução dos problemas da economia e da sociedade, em Portugal, foi principalmente a partir do 25 de Abril de 1974 que as políticas sociais, nomeadamente as dos domínios do emprego e segurança social, atingiram um importante papel.
A saúde, a doença e os processos de cura são construções sociais, resultantes
de um processo complexo que integra factores biológicos, socio-económicos, culturais,
psicossociais e religiosos, que permeiam o contexto da história de vida das pessoas e
exercem marcada influência nas suas atitudes face à doença e aos processos de cura.
Apesar da Antropologia médica ser uma área bastante incipiente em Portugal,
os conhecimentos actuais neste domínio sugerem que, apesar dos reconhecidos
progressos da medicina oficial, a atribuição conferida pelos utentes aos seus “males”
continua embebida em velhos sistemas de crenças populares.
Nas páginas que se seguem, faz-se referência a alguns aspectos socioantropológicos que valorizaram a contribuição das ciências sociais e humanas para a
compreensão da s...
O processo de crescimento económico da Região de Viseu(1) ao longo das duas ou três últimas décadas apoiou-se em larga medida, no sector industrial. Considerando o peso que hoje tem na economia regional e tratando-se de um sector consolidado e perfeitamente integrado nas restantes actividades, pode afirmar-se que a Região continuará a crescer contando com o apoio seguro da indústria.
O termo e conceito cooperação tem vindo a ocupar cada vez mais e com
maior ênfase os espaços noticiosos e de debate, sustentando a rede de projectos
que se sucedem um pouco por todo o planeta, com fim à construção de uma “casa
comum” onde, como nas grandes famílias, as aprendizagens matriciais passam pelo
“aprender a viver juntos”, “aprender a aprender juntos” e “aprender a crescer
juntos”, princípios de globalização planetária.
A competitividade das empresas mede-se pela sua capacidade de aproveitamento de todos os instrumentos e técnicas possíveis para a produção, mas também de todas as oportunidades relacionadas com as questões financeiras. A entrevista de empresários e os "naturais" conselheiros destes, forneceram os resultados esperados para saber do nível de conhecimento e preparação das Administrações das empresas têxteis da Beira Interior para recorrer aos Novos Instrumentos Financeiros. A Informação que parece ser o elemento mais "caro" para a gestão, fundamental para conseguir alcançar e manter a competitividade ou mesmo para manter a simples sobrevivência de empresas e empresários, segundo este estudo, aparenta estar intimamente relacionada com a dimensão das empresas.
Numerosos são os estudos, desenvolvidos especificamente no âmbito da educação, que tentam demonstrar os diferentes aspectos implicados na aquisição de saberes;
acção essa a que se dá o nome de aprendizagem.
O acto de aprender deve ser entendido como uma acção dinâmica. Quando um
sujeito aprende, adquire e produz conhecimento mais ou menos inovador.
Se partimos do sentido etimológico, a palavra educativo significa “conduzir a
partir de”(Atwater & Riley (1993:662); verificamos assim a interacção com o contexto
do meio envolvente.
Aprender é uma construção que envolve toda a actividade do ser humano: biológica, psicológica, social e cultural, nos seus múltiplos aspectos.
Neste sentido, o presente artigo, inscreve-se na preocupação de se analisar, se
bem que sucintamente, a pertinência de duas importantes questões, submersas...
É já um lugar comum, o facto de se considerar que vivemos numa época de turbulência e de mudança, cujo ritmo intenso ameaça a sobrevivência de praticamente todas as empresas que não forem capazes de transformar o seu estilo de gestão e métodos de trabalho.
Fala-se de mudança, a propósito da concorrência acrescida pelas empresas, da desorganização dos grandes espaços económicos mundiais, da aceleração tecnológica, tudo factores que obrigam a repensar a definição da missão, actividades e mercados das empresas, a sua organização e processos de gestão, os sistemas de informação etc.
O que é posto em causa não são simplesmente as mudanças no funcionamento, mas sim as mudanças estruturais e processuais. Porém, a propósito de mudança, logo se fala de resistência à mudança, de problemas que têm a ver com as atitudes das pessoas, tanto dos di...
Um dos problemas fundamentais da física e da cosmologia com consequências determinantes no paradigma vigente nestas áreas científicas tem a ver com o princípio da simetria da matéria no espaço / tempo bem como a sua orientação
É muito feliz a associação do Vinho à Arte, porque é, desde tempos imemoriais, feita uma relação directa entre o êxtase delirante a que conduz a embriaguez do vinho, e a alucinação inspirada, como que um delírio lúcido, que provoca e potencía a criação artística.
O ideal pedagógico dos primeiros Jesuítas reflecte o estilo próprio de Inácio de Loiola, o fervor religioso que coloca Deus como figura central das suas propostas educativas e as dificuldades da sua própria aprendizagem.
A dimensão mística da Acção, dirigida para o serviço dos homens numa missão salvadora, é uma «mística de apostolado», patente não só no livro dos Exercícios Espirituais, no Diário Espiritual e nas Constituições da Companhia de Jesus, mas também nas diversas «ordenações de estudos» anteriores ao texto oficial e definitivo da Ratio Studiorum, fontes documentais importantes para a caracterização do ideal pedagógico dos jesuítas primitivos.
