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2014-01-01
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Historically universities tended to be like monasteries. In fact some started their early history as such. And explicitly or implicitly many Higher Education (HE) institutions still maintain some of the features of these old monasteries. Ideology is an important feature. It might no longer be a belief in God, but certainly the belief in Truth and the duty to seek true knowledge and strive toward a better world have remained, in some form or another, the mission of most universities. The idea also that a university is not a company with an employer and employees, but a community of kindred spirits, living in relative poverty, has stayed with us. And this community feels strongly related to all university communities in the world. Again, universities have kept this essence of internationalism which is typical for monasteries and religiou...
Se a dimensão europeia da educação é ainda um conceito difícil de definir, diga-se em abono da verdade que o papel da União Europeia (UE) no domínio da educação foi mínimo até meados dos anos 80. Desde então, no entanto, têm-se desenvolvido rapidamente as políticas comunitárias quer na área da Educação, quer na área da Formação, ao mesmo tempo que o poder de decisão, as competências legais na linguagem da UE, se vai alargando e aprofundando à custa da soberania dos Estados-membros.
Este artigo procura, pois, e em primeiro lugar, explorar o impacto da UE na educação e formação ao analisar, por um lado, a construção e a evolução da dimensão europeia da educação através do desenvolvimento de programas comunitários e, por outro lado, ao procurar definir o próprio conceito. Esta definição não pode ser, contudo, senão provisória, uma vez qu...
Numa breve leitura dos documentos que integram a moldura legislativa das
instituições do ensino superior, podemos constatar que as escolas superiores são
conceptualizadas como “centros de formação cultural e técnica de nível superior às
quais cabe ministrar a preparação para o exercício de actividades profissionais
altamente qualificadas e promover o desenvolvimento das regiões em que se inserem”
(Art.º 2º da Lei 54/90 de 5 de Setembro)
Esta função é especificamente reforçada pelo D. Lei n.º 480/88, de 23 de
Dezembro, quando nas várias competências atribuídas às escolas de enfermagem
enfatiza o desenvolver a investigação científica e técnica do seu âmbito, bem como a
obrigatoriedade de colaborar no desenvolvimento sanitário das regiões onde estão
inseridas.”
A própr...
Eysenk (1950) desenvolveu um modelo estrutural da personalidade, com base
em procedimentos estatísticos e no conceito de traço, segundo o qual a pessoa pode ser
classificada de acordo com as duas dimensões seguintes: a dimensão
neuroticismo/estabilidade e a dimensão extroversão/introversão. Estas dimensões são
vulgarmente referidas pelas suas primeiras designações: neuroticismo e extroversão,
respectivamente.
O autor definiu também os termos “Tipo” e “traço” como: ”Tipo é um grupo de
traços correlacionados e Traço é um grupo de actos correlacionados do comportamento
ou tendência para a acção”.
A partir destes aspectos, Eysenk definiu personalidade como “ a organização
mais ou menos estável e persistente do carácter, temperamento, intelecto e físico do
indivíduo, que permite o seu ajustame...
A função de Marketing & Comunicação (M&C) é uma realidade cada vez mais
institucionalizada nos serviços de saúde, a qual, sendo uma inovação na gestão das
Instituições, não questiona quem gere, mas faz questionar quem é gerido, atendendo ao
seu enquadramento e forma de intervenção.
Sendo certa a função definida no sentido de apoiar a alteração de
comportamentos (utentes e profissionais), esta nem sempre é exercida da forma mais
conveniente ou adequada, por força das próprias pessoas inerentes à função, cuja
escolha ou afectação, nem sempre reúne as qualificações desejadas, assumindo ainda
assim poderes que lhe são delegados, os quais superam e ultrapassam competências,
interferindo na organização de outros grupos profissionais, criando mal-estar a nível
interno das ...
A prestação de cuidados insere-se no seio de uma constelação de fenómenos e
acontecimentos. As características da maioria das instituições de saúde, as estruturas de
organização, as múltiplas fontes de poder, os valores quantitativos centrados na
produtividade tornaram-se, com a marcha do tempo, inadaptados ao crescimento e ao
desenvolvimento da organização dos cuidados de saúde. Numerosos sinais se fizeram
sentir. Os recursos financeiros insuficientes, o pessoal desmotivado e insatisfeito, as
taxas de absentismo e de mobilidade crescentes e o esgotamento do pessoal que cuida
caracterizaram os nossos serviços de saúde custosos, mas desumanizados, centrados na
técnica e na doença. Esqueceu-se a pessoa, o cliente, a família e o enfermeiro que cuida.
Então, quais são os ambientes que podem promover ...
Consideramos equipa e trabalho em equipa noções que fazem parte da
mitologia das profissões relacionadas com a saúde.
Ainda, relativamente ao facto da formação dos profissionais a OMS (1988),
refere que os mesmos devem ter a oportunidade de aprender a trabalhar em conjunto,
assim como, deveria dar-se tanta ou mais importância às competências relacionais
(saber – ser, saber – estar) do que às instrumentais (saber – fazer) e cognitivas (saber –
saber).
Estamos de acordo com GRAÇA (1992), que nos diz que é a este nível que as
equipas falham por falta de capacidades em relações humanas, por falta do saber – ser e
saber – estar em grupo, por falta de liderança eficaz e por falta da heterogeneidade das
competências e papeis.
Actualmente, o abuso do álcool tem alcançado proporções massivas, tanto em
países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento, e está associado a uma
série de consequências adversas, das quais o alcoolismo é apenas uma pequena parte,
ainda que seja a de maior relevância do ponto de vista clínico. O problema do
alcoolismo transformou-se sem dúvida, num dos fenómenos sociais mais generalizados
das últimas décadas.
Não há dúvida que “sans alcool, pas d’alcoolismo” (LEGRDIN cit in MELLO
et al, 1988, p. 16), sendo portanto o tóxico “etanol” o agente da doença alcoólica.
Todavia não podemos ignorar que existem factores individuais relacionados
com o meio, que condicionam o consumo excessivo de álcool, levando ou não, à
dependência, ao fim de algum tempo. Surge assim uma tríade Agente/I...
A incidência das doenças coronárias
1
tem aumentado progressivamente nas
últimas décadas, nomeadamente nos países ocidentais, bem como as suas nefastas
consequências em termos de morbilidade e mortalidade.
Este aumento deve-se em grande parte ao facto dos indivíduos aderirem ao que se
descreve como uma vida melhor. As pessoas tornam-se obesas e sedentárias, o avanço
tecnico-científico submete-as ao stress e à urgência continuada.
Em consonância com este facto, Mota Cardoso (1998) refere que talvez “não
seja por acaso que, no início deste século de cidade global e de triunfo das luzes, as
doenças cardiovasculares sejam a maior causa de mortalidade dos que tiveram acesso
aos seus benefícios”.
Assim sendo, as lesões coronárias representam o maior problema de Saúde
Pública dos países i...
A formação de cidadãos cientificamente cultos impõe-se como uma missão da sociedade em geral e da Escola em particular. A articulação interdisciplinar das actividades desenvolvidas na Escola apresenta-se como um desafio capaz de vencer barreiras que se têm manifestado difíceis de transpor para atingir a desejada formação de cidadãos cientificamente cultos. Para isso, pode contribuir a criação de novos espaços e tempos capazes de fazer interagir, de forma produtiva, os diferentes intervenientes na sociedade.
Nesta comunicação, pretendemos apresentar um trabalho, desenvolvido ao longo dos anos lectivos de 2007/2008 e de 2008/2009, em que, no âmbito do Projecto Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA), se implementou, na Escola Secundária Emídio Navarro – Viseu um projecto que levou os seus intervenientes a mobilizarem saberes relacionado...
