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2014-01-01
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As mudanças políticas na Europa têm novas repercussões, principalmente ao nível educativo. O autor apresenta algumas propostas de reflexão sobre as problemáticas envolventes à educação intercultural e, o respectivo impacto, na formação (inicial e contínua) dos professores. A intervenção do professor no contexto intercultural constitui um instrumento para a adequação às novas exigências e mudança na educação e nos sistemas educativos europeus.
A formação de professores no exercício das suas funções e acções educativas, devem conceber procedimentos, de modo que o sistema educativo elabore e incorpore conhecimentos, saberes, habilidades e atitudes no contexto de aprendizagens multi e intercultural dos alunos.
Com o presente trabalho pretende-se aprofundar o conhecimento sobre o potencial papeleiro da madeira de Acacia melanoxylon e Acacia dealbata. Para efeitos de posicionamento relativo das matérias primas, utilizaram-se aparas industriais de Eucalyptus globulus. A transformação da madeira em pasta foi realizada através do processo ao sulfato. O comportamento global das três espécies nos processos de cozimento e branqueamento é semelhante. No entanto, face à amostra de Eucalyptus globulus usada, a Acacia melanoxylon exibe um rendimento em pasta ligeiramente superior, o que está de acordo com os teores de lenhina e extractivos das madeiras.
Para avaliar o potencial das pastas branqueadas na produção de papel, estas foram submetidas ao processo de refinação, em PFI, tendo-se obtido suspensões de pastas com resistência à drenagem crescentes...
A formação de educadores e professores surge como um vector estratégico indispensável para operar mudanças de diversa natureza no domínio da educação e, por extensão, no domínio das concepções de profissão e de profissionalismo docente. O actual Regime Jurídico de Habilitação Profissional para a Docência (Decreto-Lei nº 43/2007) surgiu no contexto de reorganização do Ensino Superior ao Processo de Bolonha. Este documento, ao situar a formação profissional dos Educadores de Infância e dos Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico ao nível do 2º Ciclo de Formação (Mestrado), pode contribuir para um reforço no reconhecimento da importância destes actores na promoção de um desenvolvimento de qualidade, tão necessário à sociedade portuguesa, mas remete, essencialmente, para a necessidade de uma formação inicial exigente e de qualidade.
Outr...
A Acacia melanoxylon R. Br. (acácia-austrália ou austrália) cresce bem em Portugal, em povoamentos puros ou mistos com Pinus pinaster Aiton, ainda que apresente fortes constrangimentos ecológicos e legais.
Apesar de algumas dificuldades, por exemplo na secagem, a madeira de austrália é usada em mobiliário e produtos manufacturados devido, principalmente, à sua textura e cor escura. Pode também ser usada para pasta, sendo plantada em muitos países com esse propósito juntamente com Acacia mangium e A. dealbata. O seu potencial papeleiro tem sido estudado por vários autores (CLARK et al., 1991; GUIGAN et al., 1991; FURTADO, 1994; GIL et al., 1999; PAAVILAINEN, 2000; SANTOS et al., 2002; SANTOS et al., 2006).
A indústria florestal em Portugal depende fortemente do pinheiro-bravo e do eucalipto, com a consequente competição negativa, en...
No plutão de Castelo Branco, distinguem-se cinco granitóides, G1 a G5, dispostos concentricamente do núcleo para o bordo do plutão. Os diagramas de variação, seus perfis de terras raras, dados isotópicos Rb/Sr e as composições das plagioclases indicam que: a) o granito de grão médio a fino moscovítico-biotítico (G1), o granodiorito de grão médio a fino, levemente porfiróide, biotítico-moscovítico (G2) e o granito de grão grosseiro moscovítico-biotítico (G5) correspondem a três pulsações magmáticas distintas resultantes da fusão parcial de materiais metassedimentares; b) aquele granodiorito G2, o granodiorito de grão médio a grosseiro, porfiróide, biotítico-moscovítico (G3) e o granito de grão médio a grosseiro, porfiróide, de duas micas (G4) definem uma sequência de diferenciação magmática. Além disso, G2, G3 e G4 permitem estabelecer ...
“Copyright © [2010] IEEE. Reprinted from 18th International Conference on Software, Telecommunications and Computer Networks (SoftCOM 2010). ISBN: 978-1-4244-8663-2
. This material is posted here with permission of the IEEE. Internal or personal use of this material is permitted. However, permission to reprint/republish this material for advertising or promotional purposes or for creating new collective works for resale or redistribution must be obtained from the IEEE by writing to pubs-permissions@ieee.org. By choosing to view this document, you agree to all provisions of the copyright laws protecting it.”
Vehicular Delay-Tolerant Network (VDTN) is a new disruptive network architecture where vehicles act as the communication infrastructure. VDTN follows a layered architecture based on control and data planes separation, and positioning the bundle layer under the network layer. VDTN furnishes low-cost asynchronous communications coping with intermittent and sparse connectivity, variable delays and even no end-to-end connection. This paper presents a VDTN prototype (testbed) proposal, which implements and validates the VDTN layered architecture considering the proposed out-of-band signaling. The main goals of the prototype are emulation, demonstration, performance evaluation, and diagnose of protocol stacks and services, proving the applicability of VDTNs over a wide range of environments.
Vehicular networks experience a number of unique challenges due to the high mobility of vehicles and highly dynamic network topology, short contact durations, disruption intermittent connectivity, significant loss rates, node density, and frequent network fragmentation. All these issues have a profound impact on routing strategies in these networks. This paper gives an insight about available solutions on related literature for vehicular communications. It overviews and compares the most relevant approaches for data communication in these networks, discussing their influence on routing strategies. It intends to stimulate research and contribute to further advances in this rapidly evolving area where many key open issues that still remain to be addressed are identified.
“Copyright © [2010] IEEE. Reprinted from IEEE International Conference on Communications (IEEE ICC 2010) - General Symposium on Selected Areas in Communications (ICC'10 SAS).ISSN:1550-3607. This material is posted here with permission of the IEEE. Internal or personal use of this material is permitted. However, permission to reprint/republish this material for advertising or promotional purposes or for creating new collective works for resale or redistribution must be obtained from the IEEE by writing to pubs-permissions@ieee.org. By choosing to view this document, you agree to all provisions of the copyright laws protecting it.”
“Copyright © [2008] IEEE. Reprinted from Global Telecommunications Conference. (GLOBECOM 2008).IEEE ISBN:978-1-4244-2324-8.
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