Positron Emission TomographyIComputed Tomography (PETI CT) scan is considered a last resource diagnostic tool for the head and neck occult primary tumour. Its ability to identify the occult tumour location may lead to a more adjusted treatment, avoiding undesired side e!fects or invasive procedures.The authors study the current diagnostic relevance of PETICT scan in the management of patients with head and neck occult primary tumour based on a clinical case.A 50 year old male presented with a cervical mass. Fine needle biopsy revealed squamous cell carcinoma metastasis followed by upper airway endoscopy, several imaging studies, bronchoscopy, randomized biopsies of the Waldeyer ring, tonsillectomy and whole body PETICT scan. The workup was inconclusive. The treatment was ipsilateral modified radical neck dissection including level I through level V. Intraoperatively we had the clinical impression that the primary tumour was located at the submandibular gland.The definitive diagnosis was reached by histology.
A Tomografia por Emissão de Positrões/ Tomografia Computorizada (PET/CT) é considerado um meio de diagnóstico de última linha na investigação clínica de tumor oculto da cabeça e pescoço. A sua capacidade para identificar a localização do tumor primitivo permite uma terapêutica adequada e dirigida, evitando os efeitos secundários de uma intervenção invasiva ou generalista.Neste artigo apresenta-se um caso clínico de uma tumefacção cervical direita, indolor com três meses de evolução, discutindo-se a utilidade diagnóstica da PET/CT no esclarecimento do tumor oculto da cabeça e pescoço.Após a confirmação de metástase cervical de carcinoma pavimentocelular por citologia aspirativa, realizou-se endoscopia das vias aerodigestivas superiores, tomografia computorizada, ressonância magnética , broncoscopia, biopsias do anel de Waldeyer e amigdalectomia bilateral e PET/CT, sendo a totalidade do estudo inconclusiva.Efectuou-se celulectomia cervical radical modificada associada a submaxilectomia. Observou-se intraoperatoriamente que a neoplasia primitiva poderia ter a sua origem na glândula submaxilar, o que foi confirmado pelo exame histológico da peça operatória.