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Frequência cardíaca ou ritmo cardíaco define-se pelo número de batimentos cardíacos por minuto (bpm) e apesar de aparentemente ser um conceito simples, cada vez mais estudos se têm debruçado sobre este parâmetro. A frequência cardíaca, expressa em batimentos por minuto, depende habitualmente do nódulo sinoauricular (SA), que se encontra situado na parede posterior da aurícula direita do coração. O período compreendido entre o começo de um batimento cardíaco e o começo do seguinte é chamado de ciclo cardíaco. Cada ciclo é iniciado pela geração espontânea de um potencial de acção no nodo sinusal. O objectivo deste estudo foi fazer uma breve referência à anatomia do coração, à sua regulação e à análise dos métodos de previsão teórica da frequência cardíaca máxima, confrontando estudos realizados por Tanaka e Karvonnen, entre outros. Muito...
O Futebol atingiu na actualidade um notório nível de competição, tendo como consequência primordial, a necessidade de tornar o treino desportivo mais eficaz. Para que isto seja possível, surge a preocupação de existir um conhecimento exacto da realidade competitiva do jogo de Futebol a diferentes níveis: ao nível intrínseco (leis de jogo, sistemas tácticos, etc.) e ao nível extrínseco (Fisiologia, Metodologia do Treino, Biomecânica, Pedagogia, etc.). Este estudo debruça-se apenas sobre a análise e avaliação dos parâmetros fisiológicos no Futebol. Os testes desenvolvidos para a caracterização dos aspectos fisiológicos podem ser caracterizados com base no local da sua realização (neste caso apenas se mencionam os testes de laboratório pois é esse o objectivo), na sua intensidade (máximos e submáximos), na sua continuidade (contínuos ou ...
Este trabalho teve como objectivo estudar a variabilidade da frequência cardíaca e quais as causas que condicionam essa mesma variabilidade. Verificámos que a frequência cardíaca está dependente do sistema nervoso autónomo apesar de o coração apresentar uma actividade intrínseca capaz de fazer contrair o músculo cardíaco. O sistema nervoso autónomo tem a capacidade para aumentar a frequência cardíaca através do sistema nervoso simpático e de reduzir essa mesma frequência cardíaca através do sistema nervoso parassimpático. Podemos verificar neste trabalho que a idade, a capacidade funcional, a posição postural, o género, a respiração, têm influência na variabilidade da frequência cardíaca, sendo que, quanto menor for essa variabilidade maiores serão os riscos em termos de saúde
Este trabalho teve como objectivo analisar de que modo a frequência cardíaca é um indicador na previsão do risco cardiovascular. O sistema nervoso autónomo controla o sistema cardiovascular, através dos seus dois ramos, o sistema nervoso simpático e o sistema nervoso parassimpático. Estando a frequência cardíaca dependente de influências neurais e hormonais, as alterações na regulação do sistema nervoso autónomo são responsáveis pela variação da frequência cardíaca. Um desequilíbrio no sistema nervoso autónomo poderá patentear sintomas de doença cardiovascular. Com efeito, estudos recentes mostram que a análise do comportamento da frequência cardíaca em situação de repouso, durante o esforço e no período de recuperação, são bons indicadores de diagnóstico e prognostico na previsão do risco cardiovascular
No âmbito dos ginásios, o Triceps Brachii e o Pectoralis Major são dois dos músculos que as pessoas preferencialmente escolhem para exercitar. Estes dois músculos são determinantes na extensão dos braços, que é, de igual forma, uma acção fundamental na realização das tarefas indispensáveis do quotidiano, bem como na prática de variadíssimos desportos. Para além disso, devido à fugacidade da sociedade contemporânea, as pessoas dedicam menos tempo às relações pessoais e, como tal, concedem um crédito extraordinário à aparência física e ao aspecto estético. Acoplado a isto, somos cada vez mais invadidos por imagens de corpos perfeitos, por parte da comunicação social. Este trabalho tem como objectivo comparar dois protocolos distintos do teste de extensões de braços, quanto ao desempenho dos músculos Triceps Brachii e Pectoralis Major e q...
Ao longo dos últimos anos, o desenvolvimento de estudos relacionados com o consumo de oxigénio (VO2) e a capacidade de produzir força tem vindo a aumentar, mostrando-se, no entanto, ainda muito escasso e contraditório. Este trabalho teve como objectivo determinar a correlação entre a actividade neuromuscular (electromiografia de superfície) e o consumo de oxigénio durante um esforço aeróbio em cicloergómetro. Oito sujeitos do sexo masculino, praticantes de actividade física regular e com idades compreendidas entre os 22 e os 24 anos, realizaram o teste de Balke para o cicloergómetro (Monark). Durante o mesmo foi efectuado o registo electromiográfico (sistema de electromiografia de superfície ME3000 da MegaWin) dos músculos Vastus lateralis e Biceps brachii, acompanhado pela medição de VO2. Os valores de VO2máx, VCO2, R e frequência r...
No âmbito dos ginásios, o Pectoralis Major (PM) e o Triceps Brachii (TB) são dois dos músculos que as pessoas preferencialmente escolhem para exercitar. Estes dois músculos são determinantes na extensão dos braços, que é, de igual forma, uma acção fundamental na realização das tarefas indispensáveis do quotidiano, bem como na prática de variadíssimos desportos. Para além disso, devido à fugacidade da sociedade contemporânea, as pessoas dedicam menos tempo às relações pessoais e, como tal, concedem um crédito extraordinário à aparência física e ao aspecto estético. Acoplado a isto, somos cada vez mais invadidos por imagens de corpos perfeitos, por parte da comunicação social. Este trabalho tem como objectivo comparar dois protocolos distintos do teste de extensões de braços, quanto ao desempenho electromiográfico dos músculos PM e TB e ...
Os benefícios da actividade física são por todos reconhecidos. Porém, os riscos cardiovasculares que lhe podem estar associados são por vezes negligenciados ou mesmo desconhecidos. O estudo da pressão arterial (relação entre os valores de repouso e recuperação), têm-se mostrado um importante instrumento na análise do risco cardiovascular e da morte súbita. O objectivo do nosso estudo foi determinar se o tipo de exercício pode desencadear uma resposta da pressão arterial em situação de recuperação, susceptível de causar risco cardiovascular para as pessoas. Para tal, foram escolhidas três populações: uma sedentária (controlo); uma com um treino maioritariamente aeróbio (atletas fundistas) e outra com características de treino anaeróbio típico (atletas velocistas). Cada uma destas populações foi sujeita a dois testes máximos: um aeróbio ...
Tendo em conta estas características assim como a componente estética, esta temática tem vindo a suscitar várias questões, nomeadamente sobre os métodos utilizados. Assim, estas dúvidas e questões levaram-nos a estudar o comportamento electro fisiológico de duas posições no treino abdominal. No entanto, a segunda posição realizada (protocolo 2) não é muito frequente no treino de fortalecimento da parede abdominal, suscitando desta forma maior interesse na sua eficácia. Assim, o objectivo deste estudo consistiu em verificar qual dos dois protocolos utilizados (com as pernas flectidas a 140º e a flexão e apoio a 90º respectivamente) permite trabalhar de forma mais eficiente o músculo Rectus abdominis e qual a importância do Rectus femoris nestes exercícios. Neste trabalho foram estudados oito indivíduos voluntários, do sexo masculino, ...
Recentemente têm sido realizadas várias campanhas, numa tentativa de persuadir as populações, para a manutenção de uma prática de actividade física regular, abandonando, hábitos sedentaristas, de modo a abandonar estilos de vida não saudáveis. Este trabalho teve como objectivo verificar as diferenças existentes nos valores da frequência cardíaca de repouso, no pico e após o esforço, entre três grupos diferentes de indivíduos, sedentários, velocistas e fundistas. Vinte e um sujeitos do sexo masculino, sete sedentários, sete velocistas e sete fundistas, com idades compreendidas entre os 19 e 34 anos, realizaram dois testes em cicloergómetro (MONARK®), um teste aeróbio máximo outro anaeróbio máximo. Durante a realização dos testes foi realizado o registo da frequência cardíaca, acompanhado com o registo da pressão arterial. Cinco minutos ...
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