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A nossa análise centra-se nos objectivos, mecânica e resultados de um século de intervenção das principais potências europeias no calcanhar de Aquiles da segurança europeia que eram os Balcãs. O nosso objectivo é perceber a importância destas intervenções militares externas no processo de constituição dos novos Estados balcânicos: Sérvia, Grécia, Roménia e Bulgária, e analisá-las em termos das questões fundamentais que, ontem como hoje, este tipo de operação militar suscita, nomeadamente quanto à sua legitimidade, assim como aos critérios de sucesso a aplicar. Mostramos quer as dificuldades de não intervir, quer os perigos de intervir; quer os problemas de intervir de forma multilateral, quer os riscos de intervir unilateralmente. A nossa tese fundamental é a de que estas intervenções nos Balcãs são as primeiras verda...
O que é a cultura estratégica? Será que a viragem cultural nos estudos de segurança a que se pode assistir nas últimas duas décadas faz sentido e pode ser aplicado de forma pertinente ao caso de Portugal? Iremos argumentar que sim. E para o demonstrar começaremos por procurar definir o que é e para que serve esta noção de cultura estratégica. Para depois defender que se a cultura estratégica pode mudar, porém, muda a custo, e é portanto natural para uma primeira avaliação da sua pertinência e desenho de um programa de pesquisa aplicada ao caso de Portugal comece por procurar detetar nos comportamentos, nas opções estratégicas de longo prazo traços definidores de uma cultura estratégica nacional informal, genérica, amplamente partilhada e de grande duração; a qual condicionou as perceções e preferências na prossecução dos interesses do ...
Como fica a segurança e defesa da ue no Tratado de Lisboa? Esta é uma área tradicionalmente de difícil integração europeia, pois está entre os poderes fundamentais do Estado soberano moderno. Por outro lado, os custos crescentes da defesa, um mundo em que as ameaças podem ser mais difusas, mas não são menos reais, e a crise económica e financeira tornam mais premente e mais provável mudanças neste campo. Quais são os avanços que o Tratado de Lisboa vem trazer no campo da segurança e defesa, quais serão os desafios da sua implementação? Estas são as questões fundamentais com que se debate este texto.
Será que uma Pequena Potência fraca como Portugal em 1914 pode ter algum impacto num conflito de grande escala e intensidade como a I Guerra Mundial? Será que podemos aprender algo relativamente às dinâmicas da intervenção portuguesa comparando Portugal com outras Pequenas Potências envolvidas na guerra? A resposta deste artigo a ambas as questões é sim, apesar de estarmos conscientes do paradoxo que é afirmar que uma Pequena Potência pode ter algum impacto numa grande guerra. Olhar de forma comparativa para a participação de Portugal na I Guerra Mundial ajuda-nos a escapar a um debate simplesmente em termos dos culpados pela intervenção entre os políticos portugueses. Defendemos também que uma maior atenção à autonomia e ao impacto das Pequenas e Médias Potências é algo que falta na revisão em curso da forma como as relações internaci...
This chapter considers the construction of the notion of decolonization in the context of national political cultures. It seeks to explore the question: What was the role of cultural prejudices and preferences in the end of the three biggest European colonial empires in Africa? Answers will be provided by tracing the impact of some explicit and recurrent cultural prejudices at the level of senior decision makers and officials in comparing British, French, and Portuguese decolonization. It is not possible to show unequivocally here the decisive role of political culture in decolonization. My aim is simply to present arguments and evidence from some relevant sources that it did play an important role in both setting the pace and helping define the shape of decolonization.
Uma década após os ataques terroristas de 11 de Setembro, existem alguns tópicos que podem ser desenvolvidos para melhor compreendermos as transformações ocorridas. O artigo começa por explorar os contornos da criação da Al-Qaida avaliando se representou uma nova forma de terrorismo, se alterou as dinâmicas da segurança internacional e qual o real impacto da Al-Qaida em termos da segurança internacional. Depois avalia o impacto do 11 de Setembro na forma de pensar as relações internacionais, concluindo com a análise da Al-Qaida no sistema internacional e o seu futuro após a morte de bin Laden.
This article argues that the dominant paradigm in studies of British small wars positing a central role of minimum force in doctrinal guidelines for counterinsurgency needs to be even more fundamentally revised than has been argued in recent debates. More specifically, it argues that minimum force is nowhere to be found in British doctrine during the small wars of decolonisation. The need for revision also applies to the way British counterinsurgency is usually sharply contrasted with French counterinsurgency. British doctrine during this period is better understood when placed in its proper historical context. This means comparing it with the other two most significant examples of doctrinal development for small wars of decolonisation – those of France and Portugal. This comparison shows that British counterinsurgency was not uniquely...
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