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Foram encontrados 21 registos.

"Ao examinar alguns documentos relacionados com a Inquisição na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra encontrámos uma série de documentos manuscritos, quase todos originais, anexos ao regimento da Inquisição impresso em 1640. Alguns deles serão conhecidos por se referirem a factos que se passaram nas últimas décadas do século XVII. Contudo, parece útil publicá-los em conjunto, tal como os inquisidores de Coimbra os coleccionaram, e fazer uma análise dos problemas em questão. A Inquisição em Portugal teve quatro Regimentos. O primeiro foi elaborado em 1552 e nunca se imprimiu durante o período da sua vigência. […]. O segundo foi impresso em 1613 por ordem do Inquisidor-Geral D. Pedro de Castilho, que foi bispo de Angra e de Leiria, […]; o terceiro em 1640 por ordem do Inquisidor-Geral D. Francisco de Castro. […]. O quarto apareceu...
“Continuamos com o mesmo título, juntando alguns subsídios para a história de tão controverso tribunal e a sua incidência nas nossas ilhas açorianas. Não sabemos se os leitores se enfadarão (se é que alguns leitores se atrevem a ler estas notas). Honestamente, no estado actual dos nossos conhecimentos, pouco mais se pode fazer do que o levantamento de fontes. Sem o conhecimento delas não se pode fazer história Tentar uma síntese seria, pelo menos, imprudência indesculpável. […]”
“Uma consulta, que se deve considerar ainda superficial, ao cartório da Inquisição veio revelar que existem centenas de documentos relativos a açorianos, uns processados pelo Santo Ofício, outros testemunhas ou denunciantes em processos organizados em Lisboa ou nas próprias Ilhas, por comissão dos inquisidores. […]”
“A Inquisição foi estabelecida em Portugal, a instância de D. João III, pela bula de Paulo III «Cum ad nil magis» de 23 de Maio de 1536, publicada em Évora no dia 22 de Outubro do mesmo ano. É certo que o tribunal começou logo a sua actividade, pois já existem processos iniciados no referido ano de 1536; contudo a bula papal não deu satisfação plena ao rei que continuou a assediar o Papa. D. João III queria um tribunal em que o rei pudesse nomear livremente o Inquisidor-Geral e a bula de 1536 não o permitia. […]”
“A diocese de Angra foi criada no dia 3 de Novembro de 1534, perfazendo-se 550 anos sobre este acontecimento em igual dia e mês do ano de 1984. O facto é fundamental na vida da população do Arquipélago, tanto no aspecto religioso como no aspecto da vida soacial. A cidade de Angra ficou enobrecida com a residência nela de um prelado, que, na época, não tinha só actividades religiosas: era uma personalidade da vida social. […]”
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