Resultados de pesquisa

Foram encontrados 7 registos.

Evoluções tecnológicas recentes, nomeadamente em matéria de electrónica e de informática, e a busca de conceitos operacionais adaptados às novas tecnologias estão a revolucionar a arte da guerra. O êxito da “Tempestade no Deserto”, em 1991 e das sucessivas intervenções militares dos EUA nos anos seguintes mais reforçaram a ideia de que se estava perante uma verdadeira revolução – É a Revolução nos Assuntos Militares (RAM). Na realidade, a RAM é um fenómeno complexo, em que se cruzam os efeitos dos progressos tecnológicos na indústria bélica, avanços doutrinais, um quadro estratégico em rápida evolução ainda certa dimensão utópica. Tal como as revoluções militares anteriores, a RAM é uma peça de transformações mais vastas e a sua evolução afigura-se por isso imprevisível – e eventualmente incontrolável…
O artigo tem como problemática a reconceptualização daquilo que poderá ser entendido como “ordem internacional”. Estaremos perante uma nova ordem internacional? Quais os seus desafios e ameaças? Para o autor surgiu uma nova e ambígua desordem internacional caracterizada por inconsistências como: o TPI que consubstancia os mais importantes princípios do Direito Internacional, não conta com o apoio dos EUA o que poderá comprometer seu futuro; o irromper das questões nacionalistas e territoriais, a crise da soberania tradicional, as máfias, o tráfico ilegal de pessoas e o terrorismo são algumas das novas ameaças que transformaram o mundo num caos. A ONU foi solicitada de uma forma sem precedentes para a resolução de conflitos, apesar do direito de “inger ê n c i a e i n t e r v e n ç ã o h u m a n i t á r i a ” t e r pa...
O artigo efectua uma retrospectiva cronológica sobre os dez anos de intervenção militar norte‑americana e da ISAF no Afeganistão. Descreve os avanços e recuos políticos e militares desta intervenção, apontando os grandes desafios que se colocam ao futuro do país com a retirada progressiva das forças militares internacionais.
AS ARMAS CALARAM-SE HÁ QUINZE ANOS na Krajina e na Bósnia-Herzegovina e há dez no Kosovo e na Macedónia. O confl ito do Kosovo parece congelado numa independência ainda muito contestada, mas que se apaga pouco a pouco nas prioridades da diplomacia internacional. E a promessa de uma integração na União Europeia impõe-se para já às agendas nacionalistas nos Balcãs. Estrategicamente situada na confl uência das vias terrestres entre a Europa, o Médio Oriente e o Sudeste Asiático, palco tradicional de disputa entre as grandes potências, os Balcãs caminham hoje para um enquadramento geopolítico que promete estabilidade à região
ATENTADOS QUASE DIÁRIOS na Inguché- tia e no Daguestão, confl ito entre arménios e azeris no Nagorno-Karabakh, tensão entre russos e georgianos em torno dos enclaves separatistas da Ossétia do Sul e da Abkázia… O Cáucaso vive de novo dias conturbados e os mais pessimistas alertam para a iminência de uma explosão.
Dos Balcãs à África Austral, do Sara Ocidental a Timor, do Afeganistão ao Iraque, as Forças Armadas portuguesas marcaram desde o início dos anos 90 assinalável presença em missões de paz internacionais dirigidas pelas Nações Unidas, pela Aliança Atlântica ou pela União Europeia, correspondendo a uma situação nova em que Portugal actua ao serviço e em nome do concerto das nações, como membro de plena cidadania da comunidade internacional, assumindo assim um quadro geográfico e conceptual substancialmente alargado dos interesses estratégicos do país, e conformando um novo e importante instrumento de política externa. A participação em forças multinacionais de paz funcionará, também, como factor de modernização e de valorização profissional e uma experiência política, social e humana enriquecedora para os militares portugueses, conferindo...
Biblioteca centralPalácio Ceia
Rua da Escola Politécnica, nº 141 - 147
1269-001 Lisboa, Portugal

Telefones: (+351) 300 002 922
(+351) 300 002 925 | (+351) 300 002 930
(+351) 300 002 931 | (+351) 300 002 932
Correio eletrónico: cdoc@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 18h
Delegação de CoimbraRua Alexandre Herculano, nº 52
3000-019 Coimbra, Portugal

Telefone: (+351) 300 001 590
Correio eletrónico: cdocoimbra@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 12h30 e das 14h às 18h
Delegação do PortoRua de Amial, nº 752
4200-055 Porto, Portugal

Telefone: (+351) 300 001 700
Correio eletrónico: cdocporto@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 17h30