Teste Repositóri
2014-01-01
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Foram encontrados 7 registos.
Evoluções tecnológicas recentes, nomeadamente
em matéria de electrónica e de informática, e a
busca de conceitos operacionais adaptados às
novas tecnologias estão a revolucionar a arte da
guerra. O êxito da “Tempestade no Deserto”,
em 1991 e das sucessivas intervenções militares
dos EUA nos anos seguintes mais reforçaram a
ideia de que se estava perante uma verdadeira
revolução – É a Revolução nos Assuntos Militares
(RAM).
Na realidade, a RAM é um fenómeno complexo,
em que se cruzam os efeitos dos progressos
tecnológicos na indústria bélica, avanços
doutrinais, um quadro estratégico em rápida
evolução ainda certa dimensão utópica. Tal como
as revoluções militares anteriores, a RAM é uma
peça de transformações mais vastas e a sua
evolução afigura-se por isso imprevisível – e
eventualmente incontrolável…
O artigo tem como problemática a reconceptualização daquilo que poderá ser entendido
como “ordem internacional”. Estaremos perante uma nova ordem internacional? Quais os
seus desafios e ameaças? Para o autor surgiu
uma nova e ambígua desordem internacional
caracterizada por inconsistências como: o TPI
que consubstancia os mais importantes princípios do Direito Internacional, não conta com o
apoio dos EUA o que poderá comprometer seu
futuro; o irromper das questões nacionalistas e
territoriais, a crise da soberania tradicional, as
máfias, o tráfico ilegal de pessoas e o terrorismo
são algumas das novas ameaças que transformaram o mundo num caos. A ONU foi solicitada de uma forma sem precedentes para a resolução de conflitos, apesar do direito de “inger ê n c i a e i n t e r v e n ç ã o h u m a n i t á r i a ” t e r
pa...
O artigo efectua uma retrospectiva cronológica sobre os dez anos de intervenção militar norte‑americana e da ISAF no Afeganistão. Descreve os avanços e recuos políticos e militares desta intervenção, apontando os grandes desafios que se colocam ao futuro do país com a retirada progressiva das forças militares internacionais.
AS ARMAS CALARAM-SE HÁ QUINZE ANOS na
Krajina e na Bósnia-Herzegovina e há dez no
Kosovo e na Macedónia. O confl ito do Kosovo
parece congelado numa independência ainda
muito contestada, mas que se apaga pouco a
pouco nas prioridades da diplomacia internacional.
E a promessa de uma integração na
União Europeia impõe-se para já às agendas
nacionalistas nos Balcãs.
Estrategicamente situada na confl uência das
vias terrestres entre a Europa, o Médio Oriente
e o Sudeste Asiático, palco tradicional de
disputa entre as grandes potências, os Balcãs
caminham hoje para um enquadramento geopolítico
que promete estabilidade à região
ATENTADOS QUASE DIÁRIOS na Inguché-
tia e no Daguestão, confl ito entre arménios
e azeris no Nagorno-Karabakh, tensão entre
russos e georgianos em torno dos enclaves
separatistas da Ossétia do Sul e da Abkázia…
O Cáucaso vive de novo dias conturbados e os
mais pessimistas alertam para a iminência de
uma explosão.
Dos Balcãs à África Austral, do Sara Ocidental a Timor, do Afeganistão ao Iraque, as Forças Armadas portuguesas marcaram desde o início dos anos 90 assinalável presença em missões de paz internacionais dirigidas pelas Nações Unidas, pela Aliança Atlântica ou pela União Europeia, correspondendo a uma situação nova em que Portugal actua ao serviço e em nome do concerto das nações, como membro de plena cidadania da comunidade internacional, assumindo assim um quadro geográfico e conceptual substancialmente alargado dos interesses estratégicos do país, e conformando um novo e importante instrumento de política externa. A participação em forças multinacionais de paz funcionará, também, como factor de modernização e de valorização profissional e uma experiência política, social e humana enriquecedora para os militares portugueses, conferindo...
