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Dissertação de Mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais especialização em Estudos Políticos de Área
Este trabalho pretende dar a conhecer uma classe profissional militar, os sargentos, e a sua intervenção na luta política em Portugal durante os séculos XIX e XX. A inexistência de trabalhos anteriores sobre a classe faz com que esta seja praticamente desconhecida pelos investigadores em história contemporânea, pelo que pouco se conhece sobre as origens e o papel dos sargentos nas forças militares portuguesas. Assim, o enquadramento cronológico irá além dos limites normais estabelecidos para os trabalhos em História Contemporânea, cobrindo um período que se estende do reinado de D. Sebastião à fundação da Associação Nacional de Sargentos em 1990. Ao longo do trabalho iremos dar particular atenção aos momentos mais marcantes para a classe, aqueles em que o envolvimento dos sargentos foi determinante no desenrolar da acção. De entre ele...
A análise da história das relações luso-brasileiras durante a I República circunscreve-se habitualmente a dois períodos ou episódios: o reconhecimento do novo regime português pelo Brasil (1910) e a visita do presidente António José de Almeida ao Rio de Janeiro (1922). O presente texto tem por objectivo analisar o relacionamento bilateral durante a I República, pretendendo-se verificar em que medida o advento do regime republicano português reforçou os elementos de continuidade ou concorreu para uma revisão das relações luso-brasileiras. Paralelamente ter-se-ão presentes os meios e as circunstâncias pelas quais as mudanças ocorridas no chamado “sistema internacional” e as acções de terceiros países interferiram no relacionamento luso-brasileiro entre 1910 e 1926.
In seeking to advance the possibility of justice, gender and postcolonial studies have argued for the importance of the study of masculinities, through the acknowledgment that a richer understanding of such gendered formations may provide the basis for recognition of the Other and that, left uncriticised, such formations may be continuously delineated by the reproduction of systems of domination. The current study finds as its object the representations of masculinities in J. M. Coetzee’s Boyhood (1997), Youth (2002) and Summertime (2009). As works of transition in terms of Coetzee’s oeuvre - post-apartheid and post-Disgrace - the trilogy provides an account of the development of a man through several stages of life. While portraying the tensions of different geographical and cultural locations, such as apartheid South Africa and the...
No período de transição da ditadura para a democracia em Portugal a relevância dos órgãos de comunicação social assumiu vários contornos. Foram meios privilegiados de transmissão de informações à opinião pública, mas, simultaneamente, envolveram-se nos acontecimentos, intervindo nas lutas políticas que ocorreram logo após o 25 de Abril de 1974. Não raras vezes, criaram factos políticos e estiveram, eles próprios, no centro de alguns dos mais emblemáticos combates então travados. Deram voz aos principais actores político-militares, criticaram-nos e/ou elogiaram-nos, consoante a fase do processo revolucionário e a linha editorial que defendiam. Tudo aconteceu enquanto os órgãos de comunicação e jornalistas procuravam lidar e adaptar-se a uma nova realidade profissional, propiciada pela liberdade de expressão. Um processo que não foi pac...
Os devastadores conflitos que acompanharam a desagregação dos estados multinacionais comunistas na década de 90 estiveram na base das muitas análises que traçaram um paralelo entre duas transições de ordens internacionais: a de 1919 e a de 1989-91. Em ambos os casos, a cultura política das elites envolvidas na criação de novos estados independentes haveria de revelar-se altamente nociva para a constituição de uma ordem política mais liberal no espaço dos antigos impérios. A grande diferença é que, pelo menos, a ordem de Versalhes possuía uma doutrina consistente para lidar com o desafio do nacionalismo étnico, a qual assumiu a forma de um regime internacional de protecção das minorias, garantido pela SDN. Daí, talvez, a tendência recente para a reabilitação do Acordo de Versalhes, depois de durante décadas este ter si...
O propósito deste artigo consiste em abordar o envolvimento de Adrian Hastings (1929-2001), teólogo, intelectual católico, historiador de temas religiosos, em alguns episódios relacionados com a crise colonial portuguesa, a descolonização e a transição democrática em Portugal. Numa primeira secção, examinaremos a posição assumida por Hastings face à questão de Goa em 1954, quando era seminarista no Colégio da Propaganda Fidei, em Roma. Numa segunda, analisaremos o seu papel na denúncia internacional de um dos episódios mais trágicos da guerra colonial portuguesa – os massacres de populações civis em Tete em 1971/72. Finalmente, numa terceira parte estudaremos as suas opiniões e atitudes face à descolonização de Moçambique e Angola e às vicissitudes do processo revolucionário em Portugal.
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