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Com a pesquisa que conduziu à composição desta dissertação visou-se conhecer o processo de implementação dos decretos de reforma tridentinos na diocese de Viseu, no período que decorreu entre 1552 e 1639, assunto até ao presente jamais abordado pela historiografia portuguesa. Todavia, a sua relevância é insofismável. Extravasa questões eclesiásticas e religiosas, sendo que as suas implicações ainda hoje se podem vislumbrar. A diocese de Viseu, distante dos grandes centros políticos e religiosos do Reino, era marcada por um clima rigoroso, acidentes geográficos e vias de comunicação deficitárias. Detinha uma população que oscilava em torno das 100 mil pessoas. No seu seio coexistiam poderes religiosos e seculares que se estabeleciam numa rede intrincada de cerca de três centenas de paróquias. Apesar de não estar tocada pela circulação d...
Pretende-se, com esta recensão, analisar um livro de Armelle Enders que tem por título “História da África Lusófona”. Trata-se de uma obra dada à estampa em 1994, sendo que a edição portuguesa data de 1997. Este estudo não tem tido a devida atenção, quer por parte da comunidade científica, quer pelos leitores em geral . Justifica-se tal facto? Ou pelo contrário trata-se de um título que merece outro tipo de projecção?
Algumas figuras pelo facto de se notabilizarem em determinadas épocas tiveram a particularidade de permanecer na memória colectiva no decurso dos séculos. Ao invés, a passagem inexorável dos anos condenou ao ostracismo certos vultos da política e da cultura que, assim, foram relegados para o limbo do esquecimento. Não procurarei aqui determinar a razão de ser deste facto. Certo é que Manuel de Pina Cabral foi um desses homens, que se evidenciou na sua época, mas que depois da morte foi ostracizado pelo devir do tempo. Notável latinista do século XVIII, com um percurso igualmente notável na Ordem Terceira Regular de S. Francisco 2 , a obra que deixou foi esquecida e a sua vida encontra-se envolta por uma nebulosa. Este estudo, trazido a lume sensivelmente dois séculos depois ...
Entre 1684 e 1689 o Tribunal Episcopal da diocese Viseu, cuja presidência cabia ao então bispo D. Ricardo Russel, sentenciou 122 réus, entre leigos e eclesiásticos, julgados maioritariamente por delitos de natureza moral e práticas sexuais consideradas ilícitas. Pretende-se com este estudo dar a conhecer o Auditório Eclesiástico - uma das instituições mais marcantes do poder episcopal pós-tridentino - perscrutando o seu modelo de funcionamento e de actuação, e aferindo qual o impacto que pode ter tido na vigilância e disciplinamento da população da diocese.
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