Teste Repositóri
2014-01-01
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As políticas económicas implementadas em Portugal no período 1945-1973 foram condicionadas pelo enquadramento institucional criado pelo Estado Novo a partir do início dos anos 30, pela conjuntura económica da guerra e pela evolução e meios de integração da economia portuguesa na ordem económica internacional do período. Em comparação com outras economias da Europa Ocidental, as políticas económicas conjunturais foram receosas, as políticas de crescimento, os meios e os resultados foram idênticos e a implementação do estado de bem-estar muito lenta.
Tomás António da Guarda Cabreira (1865-1918) destacou-se como economista e político através de uma ampla e diversificada obra escrita sobre temas económicos e financeiros, através de uma curta intervenção política como deputado e senador a partir de 1911 e como Ministro das Finanças entre Fevereiro e Junho de 1914. A análise dos principais aspectos do seu pensamento político-económico, revelados em especial na sua abordagem dos problemas financeiros portugueses, são o objectivo principal deste trabalho. Tomás Cabreira revela-se do ponto de vista doutrinário e teórico um economista liberal, pragmático e eclético.
As inúmeras e contraditórias análises que se têm debruçado sobre os processos de transformação sócio-económicos em curso, para os quais o termo globalização tem sido genericamente aceite, agrupam-se fundamentalmente em duas posições. A dos que procuram detectar naqueles processos uma nova época económica e os elementos característicos e distintivos dessa anunciada época e mesmo desenvolver uma teoria da sua dinâmica. A dos que, pelo contrário, entendem que a globalização, tal como os primeiros a procuram, é um mito. Esta comunicação visa contribuir para uma reflexão que sublinha a continuidade e a ruptura no processo histórico ao discutir e delinear possíveis respostas para a questão: O que há de novo no processo de globalização?
Recent case studies on European economies have analysed the evolution of aggregate series for government expenditure on education and its relation to cyclical economic growth in the long run. These studies have depicted two different patterns in that relationship. In the case of highly developed economies, namely France, Germany and Great Britain, the evolution of public expenditure on education shows a counter-cyclical behaviour until the Second World War and a pro-cyclical movement thereafter. However, in the case of Spain, a different pattern seems apparent since the expansion phase occurring after the Second World War did not change the counter-cyclical evolution of the Spanish government's efforts to improve the level of education in Spain. In this preliminary approach, the Portuguese case seems to fit the Spanish pattern, once ag...
