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0 presente trabalho vai debruçar-se sobre um tipo de literatura pouco estudado nas universidades, a literatura para a infancia ou melhor vai abordar um conjunto de textos escritos expressamente para a infância cuja importância para a nossa literatura é considerável, apesar do esquecimento a que têm sido votados. Considero-os importantes para a história da literatura portuguesa pelas razôes que passo a expor: em primeiro lugar porque entendo que é importante trazer até à universidade esta literatura específica tantas vezes esquecida ou menorizada através de alguns dos seus textos mais antigos e decisivos para a sua consolidação como género autónomo entre nós. Em segundo Iugar porque mesmo quando travava outras batalhas a sua autora Ana de Castro Osório. nunca abandonou este projecto ocupando-se dele com empenhamento militante ...
"O Nome da Menina" celebra o nascimento da ELO, uma revista que se propõe como um "elo" entre aqueles que estudam os elos que constituem a tradição. Para tal, "O Nome da Menina" reflecte sobre nomes, nomes também que nos deeram a nós, os que damos os nomes a todos estes artigos.
Sendo a prova uma força viva da descoberta da verdade no que respeita ao processo penal e achando-se da maior utilidade o critério de ponderação entre a necessidade do exercício do ius puniendi e o asseguramento das garantias de defesa do arguido, consultámos jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça, no sentido de apreender a reflexão que cada um destes interesses tem merecido por parte desta alta instância. Elencamos alguns acórdãos que versam sobre esta matéria, portanto, de forma não exaustiva, colocando-se apenas a súmula das decisões extraídas do sítio eletrónico www.dgsi.pt, cuja seleção é da nossa responsabilidade.
O projecto Falas da Terra - Ecologia e Tradição surgiu quando à disciplina de Literatura Tradicional Oral apeteceu o transborde: a detecção de paradigmas ambientais, a descrição da fisionomia da terra. • quer enquanto solo arável: terra, corpo feminino lavrado e semeado pelo corpo masculino (o arado e a semente) ou terra tal como a quadra seguinte reiteradamente a refere: Eu sou devedor à terra A terra me está devendo A terra me paga em vida E eu pago à terra em morrendo.* Também o órgão por excelência do ser humano (porque garantia do amor e, por isso, da vida), o coração, é, no Cancioneiro, apresentado como herdade, coutada, terra literalmente cavada para semear saudades, sempre com o objectivo alfaiar - ou não fosse o lugar da fala o lugar do encontro, do diálogo: O meu coração é terra Hei-de mandá-lo cavar Para sem...
Ao comparar versões portuguesas e brasileiras de “A Formiguinha e a Neve” (Thompson motivo Z.42: “Stronger and Strongest”: frost-bitten foot” / tipo AaTh 2031, Stronger and Strongest) e inserindo nos nossos passos um texto do Panchatantra (“A história da ratinha”), rumo à interpretação desta história aparentemente simples e infantil, propusémo-nos avançar algumas notas sobre dois tópicos particulares: um relacionado com a linguagem (o quarto passo do nosso artigo); e outro com a filosofia do ambiente (o sétimo passo do nosso artigo).
O ensino multicultural tem gerado amplos debates com a defesa de diferentes perspectivas, em especial para a prática docente. Contudo, estudos que discutem os entendimentos discentes sobre a prática docente pensando-se no multiculturalismo na educação científica são ainda incipientes no Brasil. A partir destas reflexões, surgiu o interesse de interpretar as concepções de estudantes de uma escola particular acerca da prática de ensino de Biologia sob a perspectiva do multiculturalismo na educação científica. Foi aplicado um questionário com questões abertas e fechadas com 32 estudantes. A análise dos resultados evidenciou que as/os estudantes, em geral, defendem que os professores devem adotar uma abordagem respeitosa à...
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