Base de dados

Autor

Data

Miniatura

Resultados de pesquisa

Foram encontrados 7 registos.

Introdução:  A degeneração transneuronal retrógrada (DTR) das células ganglionares tem sido implicada na fisiopatologia de lesões na via visual posterior. Apesar de estarem descritas alterações nas camadas mais externas da retina na patologia do nervo óptico, esta relação com lesões a nível occipital permanece desconhecida.  O objectivo do presente estudo é a avaliação das camadas nuclear interna (CNi), plexiforme externa (CPe), nuclear externa (CNe) e dos fotoreceptores (CFo) em doentes com lesões isquémicas da artéria cerebral posterior (ACP) com tomografia de coerência óptica (OCT). Métodos: Estudo transversal observacional, caso-controlo de doentes com hemianópsia homónima decorrente de lesão unilateral isquémica da ACP seguidos no departamento de Neuroftalmologia do Centro Hospitalar de Lisboa Central. Todos os doentes realizaram ...
Objectivo: Analisar o contributo da microscopia confocal in vivo para o diagnóstico e follow- -up de neoplasias conjuntivais intraepiteliais. Métodos: Avaliámos 5 doentes com neoplasia conjuntival intraepitelial unilateral com o Hei- delberg Retina Tomograph II, Rostock Cornea Module. Três doentes foram submetidos a ex- cisão com crioterapia adjuvante, um doente a excisão com crioterapia adjuvante e ciclos de IFN-ɑ2b e um doente a excisão simples e ciclos de IFN-ɑ2b. As imagens de microscopia con- focal foram comparadas com a histologia das mesmas lesões. O follow-up clínico, através de fotografias do segmento anterior, foi comparado com os achados da microscopia confocal. Resultados: Três dos doentes foram identificados histologicamente como neoplasia intraepite- lial de alto grau e dois como carcinoma in situ. As caracteri...
Objectivo: Analisar a morfologia do segmento anterior por tomografia de coerência ótica de segmento anterior (OCT-SA) em crianças com glaucoma congénito primário (GCP). Material e métodos: Realizou-se um estudo caso-controlo, prospetivo, em crianças com GCP e em crianças sem glaucoma (grupo controlo), seguidas em Consulta de Oftalmologia Pediátrica do Hospital Dona Estefânia, Centro Hospitalar de Lisboa Central. Efectuou-se avaliação oftal- mológica completa e OCT-SA utilizando o protocolo AC biometry. Resultados: O estudo incluiu 27 olhos (17 crianças com GCP) e 22 olhos (11 crianças sem glau- coma). Detetaram-se valores significativamente superiores de profundidade central e largura da câmara anterior (CA) (p<0,001) e maiores distâncias de abertura do ângulo a 500 (p<0,001) e 750μm (p=0,001), áreas de espaço...
Objectivo: Determinar os factores de risco, características clínicas e desfecho da queratite por acantamoeba. Métodos: Os autores revêm os casos de queratite por acantamoeba em 6 doentes (3 do sexo masculino e 3 do sexo feminino) com idades compreendidas entre os 18 e os 41 anos, vigiados no Departamento de Córnea do nosso Hospital. As suas características e curso clínicos foram estudados retrospectivamente. Resultados: Todos os doentes eram portadores de lentes de contacto. Quatro dos 6 casos tiveram início do quadro entre final de Maio e Julho. A suspeita inicial de queratite bacteriana, fúngica ou viral precedeu o diagnóstico final de queratite por acantamoeba em todos os doentes. O diag- nóstico foi feito através de observação clínica, PCR (polymerase chain reaction) ou microscopia confocal. Em todos os casos a terap...
Introdução: As lentes intraoculares multifocais (LIOs MF) têm óticas com vários anéis con- cêntricos com diferentes potências dióptricas, permitindo uma boa acuidade visual em várias distâncias focais. No entanto, tal design associa-se a algumas limitações óticas. O objetivo deste estudo é avaliar o impacto das LIOs MF na precisão e qualidade das imagens de tomografia de coerência ótica (OCT). Material e Métodos: Estudo transversal com 23 olhos de 15 doentes com LIO MF e 27 olhos de 15 doentes com LIO monofocal asférica. Todos os doentes realizaram OCT macular utili- zando o Heidelberg Spectralis®. Avaliaram-se os valores de espessura e volume maculares em 3 áreas concêntricas centradas na fóvea: zona central (1 mm), zona parafoveal (2 mm) e zona perifoveal (3 mm). Estes parâmetros, bem como a qualidade de imag...
Introdução: A presença de fibras nervosas mielinizadas na retina está descrita em cerca de 1% da população. Os doentes são habitualmente assintomáticos, embora possam coexistir outras alterações oculares como miopia e ambliopia.  Material e Métodos: Descrevem-se 3 casos de crianças com fibras nervosas retinianas mielinizadas unilaterais, associadas a miopia e ambliopia.  Resultados: A idade das crianças variou entre 1 e 7 anos. O olho afectado foi o olho direito. A melhor acuidade visual corrigida do olho afectado variou entre 1/10 e 8/10; uma das crianças apresentava uma ambliopia ligeira e duas crianças apresentavam ambiopia grave. Os erros refractivos variaram entre -9,00D e -3,00D. A anisometropia variou entre 10D e 3D.Foi realizado o tratamento da ambliopia com oclusão. No caso 1 a acuidade visual do olho direito melhorou  para 10...
ResumoObjetivo: O Xen45 Gel Stent é um dispositivo inovador na cirurgia minimamente invasiva (CMIG) do glaucoma de ângulo aberto (GAA) que é introduzido na câmara anterior através de uma incisão corneana de forma poupadora de conjuntiva, permitindo a drenagem controlada do humor aquoso para o espaço subconjuntival. O objetivo deste estudo é averiguar a eficácia e segurança deste dispositivo, associado ao uso de Mitomicina C (MMC) subconjuntival, em doentes com GAA.Material e Métodos: Estudo prospetivo, não randomizado, envolvendo 16 olhos de 14 doentes com GAA, não controlados ou com intolerância a tratamento médico, submetidos a implante de XEN 45 Gel Stent juntamente com MMC, com 5 a 12 meses de follow-up (x=7,94m±3,193). Os doentes foram reavaliados no 1º dia, 1ª semana e ao 1º, 3º, 6º e 9º mês de pós-operatório. Foram adquiridos da...
Biblioteca centralPalácio Ceia
Rua da Escola Politécnica, nº 141 - 147
1269-001 Lisboa, Portugal

Telefones: (+351) 300 002 922
(+351) 300 002 925 | (+351) 300 002 930
(+351) 300 002 931 | (+351) 300 002 932
Correio eletrónico: cdoc@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 18h
Delegação de CoimbraRua Alexandre Herculano, nº 52
3000-019 Coimbra, Portugal

Telefone: (+351) 300 001 590
Correio eletrónico: cdocoimbra@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 12h30 e das 14h às 18h
Delegação do PortoRua de Amial, nº 752
4200-055 Porto, Portugal

Telefone: (+351) 300 001 700
Correio eletrónico: cdocporto@uab.pt

Horário de atendimento:
Segunda a sexta, das 9h às 17h30