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O uso de forragens hidropónicas para a alimentação de ruminantes em Angola é uma alternativa que visa suprir a carência alimentar dos animais no período de seca. As gramíneas tropicais – as espécies dominantes nas forragens tropicais – atingem neste período teores muito baixos em proteína. Consequentemente, os animais perdem peso na época da seca comprometendo a viabilidade económica da produção animal. O estudo efetuado é uma abordagem ainda muito preliminar à produção de forragens com a técnica de hidroponia em ambiente tropical. Para tal, experimentaram-se duas espécies forrageiras em C4 de origem e uso tropical – o sorgo e o milho – num verão mediterrânico continental. O ensaio experimental foi realizado de 25 de Junho a 20 de Julho do ano 2015, no Campus de Santa Apolónia do Instituto Politécnico de Bragança. Foram consideradas tr...
Encontramos este Carex em bosques higrófilos sobre rochas ultrabásicas, na falda Norte da Serra da Nogueira. O facto de não estar citado nas revisões ibéricas e lusitanas mais modernas do género (M. LUCEÑO, Ruizia 14, 1994; J. do A. FRANCO & M.L. ROCHA AFONSO, Nova Flora de Portugal, vol. III(3), 2003) e de não termos encontrado qualquer exemplar de herbário, ou referências bibliográficas relativa à sua presença em Portugal, obriga-nos a concluir que se trata de uma nova espécie para Portugal. Também no concelho de Bragança foi recentemente localizada uma outra espécie nova de Carex – o C. pallescens L. (C. AGUIAR & A. CARVALHO, Ann. Soc. Brot. 60: 1-11, 1994).
G. SAMPAIO ["Rubus" Portuguezes, Ann. Sci. Nat. (Porto) 9, 1904] e A. ROZEIRA (A Flora da província de Trás- -os-Montes e Alto Douro, 1944) admitem a presença do R. vestitus nas localidades transmontanas de «Vinhais», «Monta-legre, Pitões das Júnias» e «Montalegre, Padronelos». Constata-se, porém, que o conceito de R. vestitus destes autores não é coincidente com o de E. MONASTERIO- -HUELIN (In Castroviejo et al. Flora Iberica, vol. VI: 16-71, 1998), na sua recente revisão ibérica do género para a Flora Iberica. Assim, de acordo com a circunscrição taxonómica e a corologia publicadas por MONASTERIO-HUELIN (op. cit.) as plantas por nós colectadas na Serra de Nogueira (NE de Trás-os- -Montes) constituem a primeira referência portuguesa segura de R. vestitus.
Nos herbários portugueses de Coimbra (COI), Lisboa (LISU) e do Porto (PO) estão depositados três conjuntos de exemplares de E. viviparum provenientes de três localidades dos arredores do Porto, todos eles datados da década de oitenta do século passado (L.S. CARVALHO & P.I. ARRIEGAS, Fontqueria 39: 303, 1994). Estes autores prospectaram, sem resultados, os arredores do Porto e admitem que expansão urbana do grande Porto tenha extinguido territorialmente o E. viviparum (L.S. CARVALHO & P.I. ARRIEGAS, inf. Pessoal). Recentemente, descobrimos uma pequena população de E. viviparum na Serra de Nogueira que se torna, assim, na única conhecida em todo o território português. A sua presença no NE de Portugal não surpreende porque estão referenciadas várias populações deste táxone nas vizinhas províncias espanholas de Orense e Zamora, sendo a ma...
Na única citação portuguesa de B. ramosus – «Estremadura, arredores de Alcobaça» (A.R. PINTO DA SILVA & B. RAINHA, Agron. Lusit. 24: 159-203, 1964) – esta espécie é explicitamente referenciada como provável subespontânea. Confirma-se agora a natureza indígena de duas populações transmontanas de B. ramosus, cujos indivíduos vegetavam na margem ou no interior de amiais ripícolas (Populetalia, Osmundo-Alnion) densos e sombrios, desenvolvidos sobre solos derivados de rochas básicas com elevados teores em matéria orgânica. S. RIVAS-MARTÍNEZ et al. (Itinera Geobot. 15, 2002) consideram o B. ramosus como uma característica de Fagetalia sylvaticae.
Embora seja frequente no Planalto da Serra de Montesinho não encontramos nenhuma referência à presença de Leontodon carpetanus em Portugal, que deste modo supomos tratar-se de uma espécie nova para a flora de Portugal. Identificamos o L. carpetanus em lameiros húmidos (Arrhenatherion, Arrhenatheretalia, Molinio-Arrhenatheretea) e cervunais (Campanulo-Nardion, Nardetalia, Nardetea) supramediterrânicos superiores, no planalto da Serra de Montesinho. O material colectado possui um indumento e dimensões foliares muito variáveis à semelhança, porém, de várias outras espécies de Leontodon, tanto continentais como açoreanas.
“Classificar objetos é uma prerrogativa humana baseada na capacidade da mente de conceptualizar e reconhecer a presença de propriedades similares em objetos individuais. Propriedades e classes são abstrações1 relacionadas entre si: quando uma propriedade é atribuída a um objeto, então o objeto torna-se membro de uma classe particular definida por aquela propriedade”, explica W. V. Quine (1987). Classificar organismos, ecossistemas, sinais, formas, estruturas, comportamentos é, então, uma capacidade inata2 que a mente humana realiza, geralmente, de forma involuntária e sem esforço. As classes caracterizam-se por um dado conjunto de propriedades; a presença dessas propriedades agrega objetos a classes. Cada classe tem a si associado um conceito3 formalizado pelas suas propriedades. Atribuir um nome científico, de qualquer categor...
O ciclo de vida (= ciclo biológico de vida) de um organismo estende-se do zigoto, ou do propágulo1, até à produção de descendentes (= reprodução), por via sexuada e/ou assexuada. A reprodução sexuada envolve duas células especializadas – gâmetas ♂ e ♀ – provenientes de um mesmo indivíduo nas espécies monóicas, ou de dois indivíduos distintos, um ♂, e outro ♀, nas espécies dióicas. A reprodução assexuada envolve um único indivíduo.
A forma externa, a biologia da reprodução e a organização sistemática, como produtos de um processo evolutivo, e o uso dos taxa de plantas-com-semente são os principais objectos deste livro. O seu estudo pode ter diferentes pendores. Por exemplo, pode ser dirigido aos mecanismos evolutivos que subjazem a génese dos taxa, ter uma abordagem descritiva-formal, uma perspectiva históricoevolutiva ou insistir em aspectos metodológicos. Pretendeu-se acima de tudo conferir competências a futuros profissionais de “biologia aplicada”. Com este objectivo em mente foi dada uma ênfase especial aos seguintes temas: a) Descrição dos caracteres morfológicos internos e externos de maior interesse taxonómico; b) Relações morfologia-função; c) Biologia da reprodução das plantas-com-semente; d) Sistemática e filogenética dos grandes grupos de pl...
The paleopalinological diagrams produced in the past fifty years prove that the landscape of the Iberian Peninsula had a forest matrix during the major part of the Holocene. Forest cover regression is evident in NW Iberia pollen profiles since the IV mil. BC. Classical authors already indentify man’s disturbance as the main driver of forest waning. A.X.P. Coutinho, a fundamental personage in the history of Portuguese botany and sylviculture, starts his degree thesis (1882) with the known F.R. Chateaubriand’s quotation “Forests precede civilizations, and deserts follow them”, affirming the thorny co‐existence between forests and human land use. Historians generally relate forest cover decline with wood use and the expansion of arable land and animalrearing. In Iberian Peninsula there is also a tendency to attribute a particular im...
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